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Cidades da Autrália

AUSTRÁLIA

Se você perguntar a um australiano se a Austrália é uma ilha ou um continente, ele talvez não saiba responder. Cercada de água por todos os lados, é grande demais para ser uma ilha; apenas um pouco menor do que o Brasil. A população australiana é escassa em proporção ao tamanho do país.

É um estranho país a Austrália, com quase toda a população e as cidades concentradas no litoral, como se dessem as costas àquilo que chamam de “Outback”, o sertão, imenso vazio ocupado por aborígenes, cangurus e dingos, os cães selvagens.

A Austrália tem um lado meio norte-americano: edifícios modernos, praias subtropicais no estilo de Miami, surfistas… Ao mesmo tempo, tem vários aspectos que se parecem mais com o estilo de vida inglês: os pubs, a vida cultural e um certo tradicionalismo, visível sobretudo em Melbourne e Adelaide. Mas, acima de tudo, os australianos são absolutamente australianos!

Informações ao viajante

Línguas: A inglesa – mas com uma pronúncia bastante peculiar,que requer alguns ajustes no ouvido até de quem é fluente no idioma. “God day”,em vez de “good morning”,e o bordão “no worries,mate” (“sem problemas,cara”) são tipicamente australianos.
Moeda: Dólar Australiano
Como ligar para o Brasil: A Embratel tem serviço de ligação a cobrar pelo número 1800-881550. Há pré-pagos das operadoras Telstra, Vodafone, Optus e Virgin.
Visto: Brasileiros precisam de visto eletrônico para viajar pelo país por até três meses. O processo é ágil e não costuma demorar mais que dois ou três dias, desde que o formulário seja preenchido de maneira satisfatória.

Embaixada oficial no Brasil:
SES Quadra 801, Conjunto L, Lote 7, Brasília – DF
(61) 3226-3111
http://www.brazil.embassy.gov.au

 

Conheça agora um pouco de cada cidade Australiana:

Site: http://www.cityofsydney.nsw.gov.auhttp://www.sydneyaustralia.co
População: 4.575.000 hab
Fuso horário: +13h (horário de Brasília)
Distância de outras cidades: Melbourne: 878 km; Brisbane: 932 km; Cairns: 2433 km; Darwin: 3949 km; Perth: 3947 km; Adelaide: 1410 km.

Sydney, na Austrália, é uma das cidades mais modernas e agradáveis do planeta. Ali fica evidente, mesmo em uma megalópole com 5 milhões de habitantes, a relação dos australianos com o mar.
Em poucas cidades do mundo (talvez Auckland, na Nova Zelândia) o visitante encontrará igual proporção de veleiros, banhistas e surfistas.

COMO CHEGAR EM SYDNEY

 

Do aeroporto

O aeroporto internacional Sydney Kingsford Smith é o mais importante da Austrália e hub para boa parte dos voos operados pela Qantas. Daqui saem voos para destinos como Melbourne, Perth, Darwin, Adelaide e Auckland, além de destinos por boa parte da orla do Pacífico e Ásia.

Os terminais ficam a cerca de 6 quilômetros do centro da cidade. Trens saem a cada 10 minutos, aproximadamente, e a duração do trajeto até o centro de Sydney é de cerca de 13 minutos. No aeroporto ainda há pontos de ônibus que levam para várias partes da cidade. Para usar os ônibus, é preciso ter um Opal Card, vendido em lojinhas de conveniência do aeroporto.

Aos que necessitam de carro particular com motorista, o site Ready2Go oferece opções de aluguel em Sydney. E quem deseja chegar com muito luxo à cidade, a empresa Royale Travel oferece limusines com motoristas, que buscam o viajante no aeroporto.

Via terrestre

Sydney está conectada via ferroviária com as principais cidades da Austrália. A Sydney Trains possui saídas principalmente para o leste-sudeste do país, incluindo destinos como Canberra, Brisbane, Melbourne e vários pontos em New South Wales.

Já a cnompanhia de trens Great Southern Rail faz o trajeto até Perth, via Adelaide. Todos os trens de longa distância utilizam a Central Station, na Eddy Avenue, em Haymarket.

Para viajar de ônibus pela Austrália, uma das companhias com melhor serviço e variedade de destinos é a Greyhound, que cobre boa parte do país. Cairns, Perth, Adelaide, Brisbane e Melbourne são algumas das possibilidades.

O que fazer

Hotéis em Sydney

O melhor albergue de Sydney, Big Hostel, fica no badalado bairro de Surry Hills. Para um upgrade nas redondezas, a boa é o Adge Apartment Hotel, que tem apês e lofts de design de até dois quartos.

Perto do Royal Botanic Gardens, o Macleay Lodge é um achado, com quartos moderninhos e endereço chiquérrimo. No histórico Miles Point, The Langham é a grande dama do luxo clássico de Sydney.

Restaurantes em sydney

Sydney é definitivamente um destino foodie. Seu ar cosmopolita e suas dezenas de influências étnicas moldaram uma mesa variada, rica, multifacetada. Você pode se deliciar com um wrap vegetariano numa barraquinha de rua ou abrir o bolso e a alma em um restaurante comandado por um daqueles chefs que não saem das telas de TV.

Vale a pena experimentar algumas especialidade com as quais não estamos acostumados, mas que estão amplamente disponíveis por aqui: malaios, indonésios, sichuan, polinésios, tailandeses, indianos, cingaleses e tamil.

Um espectro um pouco mais familiar também foi moldado pelas comunidades de imigrantes, com boas casas de comida portuguesa, grega, italiana, eslava, japonesa e coreana, tudo com pescados e carnes (as de boi e cordeiro são excelentes) muito frescos.

Uma vertente mais recente é o uso de ingredientes e preparos nativos, apelando ou não para pratos mais exóticos, como a carne de canguru.

O restaurante do momento é o Momofuku Seiobo, primeira empreitada do chef coreano-americano David Chang fora de Nova York. Mas a posição de melhor restaurante da cidade continua sendo ocupada pelo Quay, do chef Peter Gilmore.

Em Surry Hills, o diminuto Spice I Am é um dos tailandeses mais celebrados de Sydney, pilotado pelo chef famosinho Sujet Saenkham. Lá perto, a Messina tem, por unanimidade, o melhor sorvete de Sydney.

Bares e vida noturna

Os bares da cidade são ótimos. De quase exclusivos pubs a animadas mesas com vista para a baía, turistas e locais celebram com cervejas e vinhos produzidos no país. Tomar pelo menos um drinque no Opera Bar, da Opera House, é estratégico para ter a melhor vista para a ponte da Baía de Sydney.

No verão, todos os caminhos levam à piscina-balada do Pool Club, instalada no quarto andar de um edifício da George Street, em pleno centro financeiro.

Reduto dos modernos de Newtown, o bairro mais alternativo da área central, o The Bank é um pub bonitão, com uma grande área ao ar livre e boas cervejas artesanais.

Aos domingos, o piso centenário de The Hero of Waterloo, um dos pubs mais antigos da cidade, literalmente treme com a noite de jam session irlandesa.

Site: http://www.melbourne.vic.gov.au, http://www.visitmelbourne.com
População: 4.077.000 hab
Fuso horário: +13h (horário de Brasília)
Distância de outras cidades: Sydney 878 km, Brisbane 1.703 km, Cairns 2842km, Darwin 3754km, Perth 3419km, Adelaide 728km.

Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália, é também uma das mais vibrantes, com parques e praias servindo como contraponto aos prédios modernos e outros que ainda conservam suas fachadas com inspirações vitorianas do tempo da colonização.

COMO CHEGAR EM MELBOURNE

 

Do aeroporto

O aeroporto internacional de Melbourne (www.melair.com.au) recebe voos domésticos e internacionais e fica localizado a 22 quilômetros do centro da cidade.

Via terrestre

A viagem de ônibus entre Melbourne e Sydney dura cerca de 13 horas. Quem opera o trecho são a Greyhound (www.greyhound.com.au) e a Premier (www.premierms.com.au).

De trem, a viagem de Sydney a Melbourne custa uma média de A$ 80 e dura onze horas. De Canberra também se chega a Melbourne por A$ 63 e um tempo de viagem de dez horas. A CountryLink (www.countrylink.nsw.gov.au) opera trens entre Melbourne e Sydney.

O que fazer

Hotéis em Melbourne

O hotel-butique mais bacanudo é o The Larwill Studio, cercado de verde em Parkville.
Em pleno Centro, o campeão do design é o Adelphi, cuja pegada artística tem tudo a ver com Melbourne.
Na descolada margem sul do Yarra, a guest house 420 Punt é um achado de charme a bom preço. Para economizar, a boa é o albergue Urban Central.

Restaurantes em Melbourne

Vale a pena encarar a fila da sorveteria über moderna N2, onde as receitas são preparadas (e congeladas) na hora, com a ajuda de cilindros de nitrogênio.
O Attica, do chef Ben Shewry, tem pratos à base de carne de canguru.
Imperdível e acessível, o Rice Paper Scissors serve cozinha do Sudeste Asiático: 100% dos pratos podem e devem ser comidos com as mãos.

Bares e vida noturna

Em Fitzroy, o bairro dos modernos de Melbourne, o Naked in the Sky rivaliza com o supercool Rooftop Cinema, no Centro, pelo título de rooftop bar mais disputado da cidade.

Site: http://www.visitbrisbane.com.au/
População: 2,2 milhões hab
Fuso horário: (UTC +10) 13 horas à frente do horário do Brasil
Distância de outras cidades: Sydney 931 km, Melbourne 1.703 km, Cairns 1.704 km, Darwin 3.425 km, Perth 4.335 km, Adelaide 2.052 km

Brisbane é considerada a cidade mais ensolarada de toda a Austrália. A falta de praias é compensada com rios que cortam a cidade e atraem de banhistas a quem quer apenas descansar ou se bronzear. A cidade também é ponto de partida para quem busca diversão descompromissada em Gold Coast ou Sunshine Coast.

COMO CHEGAR EM BRISBANE

Do aeroporto

O aeroporto principal de Brisbane fica a 16 quilômetros do centro e recebe voos domésticos e alguns internacionais. Dentre as companhias aéreas que voam para Brisbane de toda a Austrália, temos a Qantas (www.qantas.com.au), a Virgin Blue (www.virginblue.com.au), a Jetstar (www.jetstar.com.au), a Macair (www.macair.com.au) e a Sunshine Express (www.sunshineexpress.com.au).

Via terrestre

Se você prefere curtir uma viagem de trem, saiba que diversas companhias de diferentes localidades possuem Brisbane em sua rota. De Sydney a viagem até Brisbane custa A$ 125 pela CountryLink (www.countrylink.nsw.gov.au) e demora aproximadamente 14 horas.

É possível chegar a Brisbane vindo de Melbourne, Adelaide e Sydney de ônibus, em tarifas a partir de A$ 116.Para andar pela cidade, caso você prefira ir dirigindo, saiba que as grandes companhias internacionais de aluguel de carros possuem seus escritórios no aeroporto de Brisbane e espalhados pela cidade.

 

Translink Go é o nome do cartão que permite usar todo o sistema de transporte público em Brisbane, que contempla ônibus, trem e ferry. Ele pode ser comprado nas estações de trem e recarregados pela internet quando seus créditos acabarem. Existe um serviço de ônibus turístico gratuito que passa a cada 10 minutos entre o centro e Spring Hill. Melhor que isso, só o CityHopper, um ferry também grátis que desliza pelo rio de North Quay até a Sydney Street a cada meia hora.

O que fazer

Compras

Restaurantes em Brisbane

Bares e vida noturna

Site: http://www.cityofperth.wa.gov.au
População: 1.696.000 hab
Fuso horário: +9h (horário de Brasília)
Distância de outras cidades: Sydney 3.948 km, Melbourne 3.421 km, Brisbane 4.336 km, Cairns 5.255 km, Darwin 4.041 km, Adelaide 2.695 km.

No sudoeste do estado está Perth, a maior cidade da região e que começou nos últimos anos a atrair muitos imigrantes em busca de oportunidades na mineração, além de estudantes internacionais aproveitando cursos com preços mais acessíveis do que em Sydney ou Melbourne. Uma vez lá, confira os coloridos mercados de rua de Fremantle.

COMO CHEGAR EM PERTH

 

Do aeroporto

Se você prefere chegar a Perth de avião, diversas companhias realizam voos domésticos até lá, como a Qantas Airways (www.qantas.com.au), a Virgin Blue (www.virginblue.com.au) e a Jetstar (www.jetstar.com).

Via terrestre

A famosa rota entre Perth e Sydney é feita pela Indian Pacific e o custo da viagem pode variar entre A$ 422 e A$ 1.320.Algumas companhias de ônibus fazem rotas ao redor do estado, como a Greyhound Australia (www.greyhound.com.au), a Transwa (www.transwa.wa.gov.au) e a Integrity Coach Lines (www.integritycoachlines.com.au).

O que fazer

Hotéis em Perth

Viajando a trabalho ou passeio, Perth (centro) é o local com melhor localização na cidade. Perth é “O lugar”, e tem desde lojas e supermercados a restaurantes e boates. Não é uma região que fica cheia de dia e morta durante a noite, porque, mesmo à noite, o local é movimentado. Se você quer facilidade para utilizar o transporte público e estar perto de onde tudo acontece, a melhor pedida é se hospedar na city. Algumas opções de hospedagem por ali são: Duxton Hotel, Pensione Hotel, o Fraser Suits e Mantra, que tem uma localização sensacional. 

Colado em Perth fica Northbridge, um bairro que está a apenas poucos passos de distância e que também é bem antigo na cidade. Esse é um bairro com bom comércio, restaurantes charmosos e vários locais para curtir a noite. É também uma boa alternativa para estar bem localizado e com fácil acesso ao comércio. Em Northbridge você encontra o ibis Styles, que tem um bom custo-benefício e o Hotel Northbridge.

Perth, Northbridge e seus arredores são os bairros que concentram a rede hoteleira, mas a verdade é que hotéis nessa região podem ser bem caros. Ficar mais afastado poderá ser uma boa ideia para quem pensa em economizar. Se estiver com carro, principalmente, ficar em um hotel longe do centro não é um problema. Se quiser ficar em uma área mais afastada e menos movimentada, algumas alternativas de hospedagem são o Ellard Bed & Breakfast e o belo Crown Metropol Perth, que não é barato, mas tem instalações 5 estrelas.

Para quem viaja com o objetivo de curtir o mar, pode valer a pena se hospedar perto da praia. Scarborough, por exemplo, tem um mar lindo, só que poucas opções de hotéis, sendo um deles o Rendezvous Hotel Perth Scarborough.

Restaurantes em Perth

Bares e vida noturna

Apesar da atmosfera pacata, Perth tem uma vida noturna interessante. A região do centro apresenta boas alternativas de balada. A maioria não cobra entrada e paga-se apenas o consumo. Mas a noite ferve mesmo em Fremantle, região portuária e celeiro de bares e baladas. O agito boêmio em Perth costuma terminar entre 2h e 3h da manhã. Mesmo assim, dá para curtir bastante!

Site: http://www.cityofadelaide.com.au, http://www.adelaidecitycouncil.com
População: 1.203.000 hab
Fuso horário: +11h (horário de Brasília)
Distância de outras cidades: Sydney 1.409 km, Melbourne 729 km, Brisbane 2.055 km, Cairns 2.974 km, Darwin 3.032 km, Perth 2.695 km

Capital do estado de South Australia, Adelaide oferece um pouco de tudo a seus visitantes.
A cidade da Austrália é moderna, lotada de cafés a céu aberto e com muitas áreas verdes. Localizada em uma das extremidades do Golfo de São Vicente, oferta quilômetros de praias aos visitantes.

COMO CHEGAR EM ADELAIDE

 

Do aeroporto

Adelaide está conectada com todas as capitais da Austrália por via aérea. Dentre as companhias que realizam esses voos estão a Qantas (www.qantas.com.au) e a Virgin Blue (www.virginblue.com.au).

Via terrestre

A central de ônibus de Adelaide está conectada às principais rodoviárias estaduais e interestaduais (www.bussa.com.au). Também é possível chegar à cidade de trem (Railway Tce), já que o terminal interestadual de trem possui ligação com diversas cidades importantes.

O que fazer

A cidade é conhecida pelos festivais de música e arte e por abrigar interessantes museus (como o da Migração e o Instituto Nacional da Cultura Aborígene).

De lá também é possível visitar Kangaroo Island, conferir de perto a fauna nativa (cangurus, coalas, equidnas, ornitorrincos) e ainda uma colônia de procriação de leões-marinhos.

A natureza ganha pontos em Adelaide, mas é preciso dizer que muitos turistas visitam a cidade em busca de seus famosos vinhos. A Austrália é a quarta maior exportadora dessa bebida no mundo e o estado de South Australia é responsável por mais da metade da produção.

As principais vinícolas se localizam a poucas horas de carro de Adelaide e são ótimas opções de passeios curtos, de um dia.

Hotéis em Adelaide

No pedaço mais agitado do Centro, o The Franklin Boutique Hotel é charmoso e acessível.
Na Victoria Square, o Adina é elegante e ocupa um lindo casarão histórico. Para economizar, aposte no Fullarton Motor Lodge (284 Glen Osmond Rd.).

Restaurantes em Adelaide

O ótimo Press Food & Wine, do chef Andrew Davies, tem como especialidade carnes grelhadas no carvão e receitas à base de produtos colhidos na sua própria fazenda orgânica.

No Celsius, os ingredientes também são cultivados na propriedade da família do chef Ayhan Erkoc. Na hora do almoço, a boa é o Central Market, o melhor mercadão público do país.

Bares e vida noturna

O Clever Little Tailor é o lugar certo para provar coquetéis criativos.

Site: http://www.goldcoast.qld.gov.au
População:555 mil hab
Fuso horário: (UTC +10) 13 horas à frente do horário do Brasil
Distância de outras cidades: Melbourne: 878 km; Brisbane: 932 km; Cairns: 2433 km; Darwin: 3949 km; Perth: 3947 km; Adelaide: 1410 km.

Não são apenas os surfistas, no entanto, que fazem a fama de Gold Coast. Ideal para famílias e grupos de todas as idades, o destino recebe a quantia inimaginável de 10 milhões de visitantes por ano. A grande maioria é do próprio país – muitos vêm da vizinha Brisbane – mas os estrangeiros chegam a ser mais de 800 mil.

COMO CHEGAR EM GOLD COAST

 

Do aeroporto

Gold Coast está conectada com todas as capitais da Austrália por via aérea. Dentre as companhias que realizam esses voos estão a Qantas (www.qantas.com.au) e a Virgin Blue (www.virginblue.com.au).

Via terrestre

Chegar é fácil graças a um sistema supereficiente de transporte: além de um aeroporto internacional, Gold Coast é servida por ônibus, trens e uma rede de trams (bondes) como não há igual no resto do país. Uma vez na cidade, é muito comum as pessoas se locomoverem com transfers, negociados no aeroporto ou nos hotéis, passeio a passeio. Dirigir não é difícil (para quem está habituado à mão inglesa, convém lembrar), já que as ruas são largas e bem planejadas. Não à toa, uma etapa da Fórmula Indy acontece nas avenidas locais.

O que fazer

Hotéis em Gold Coast

Gold Coast é uma cidade grande e composta por bairros diferentes, que são ligados através do transporte público. O lugar mais popular para se hospedar na cidade, sem dúvidas, é Surfers Paradise. É lá que fica o miolinho turístico da GC, muitos restaurantes, lojas e boates. Se você quer ficar bem localizado, vá para Surfers, em especial, perto da Cavil Ave, que é uma área de muito comércio e próxima à praia. Nessa região, algumas opções de hotéis são o Grand Chancellor Surfers Paradise, o famoso Hilton, o The Towers of Chevron Renaissance e o Chateau Beachside Resort, que tem quartos espaçosos, boa localização e oferece um ótimo custo-benefício.

Para quem não faz questão de ficar perto do agito, mas quer ter opções de lazer, comércio e restaurantes por perto, a opção é ficar em Brodbeach. O bairro já não é tão badalado como Surfers Paradise, mas tem boas opções de hospedagem, uma praia gostosa, o cassino… Se bem localizado, você conseguirá fazer atividades caminhando. Para ficar nessa região, há hotéis como o Meriton, o Bal Harbour Broadbeach ou o Ultra Broadbeach e Talisman Apartments.

Para quem procura sossego e quer apenas uma boa praia próxima ao local de hospedagem ou viaja com a intenção de pegar ondas, a melhor opção é ficar mais ao sul, em bairros como Burleigh Heads e Coolangatta. Esses são lugares residenciais e tranquilos, mas que têm um pouco de comércio. Para quem quer tranquilidade ou deseja ficar próximo das praias mais procuradas para surf, esses são bons locais de hospedagem! Nessa região você encontrará opções como belo Nirvana by the Sea, em Kirra, o hotel Mantra em Coolangatta Beach, e Hillhaven Holiday Apartments ou Outrigger Resort Burleigh Heads, que ficam próximos à praia de Burleigh Heads. 

Restaurantes em sydney

Bares e vida noturna

Site: http://www.cairns.qld.gov.au
População: 50.000 hab
Fuso horário: +13h (horário de Brasília)
Distância de outras cidades: Sydney 2.401 km, Melbourne 2.841 km, Brisbane 1.704 km, Darwin 2.851 km, Perth 5.254 km, Adelaide 2.971 km

 Cairns é a melhor base para visitar a Grande Barreira de Corais e também serve de trampolim para florestas tropicais, praias belíssimas e o grande deserto australiano (Outback). Mesmo com tantas opções, os corais são mesmo o grande atrativo.

COMO CHEGAR EM CAIRNS

 

Do aeroporto

Como a Austrália é enorme, uma boa alternativa pode ser chegar a Cairns de avião. A cidade possui conexão com Brisbaine, Sydney, Melbourne, Darwin e Townsville. Uma das companhias que fazem o trajeto é a Jetstar (www.jetstar.com.au).

Via terrestre

Partindo de Brisbaine, chega-se a Cairns de ônibus pela Greyhound Australia (www.greyhound.com.au) em uma viagem de trinta horas ao custo de A$ 234. O mesmo trajeto também pode ser feito de trem, em menos tempo e maior custo (25 horas a A$ 305) pela Queensland Rail (www.traveltrain.com.au).

Já na cidade, saiba que o centro é pequeno o suficiente para não ser necessário alugar um carro; uma boa caminhada é o bastante. Aluguel de carro somente se você buscar atrações nas redondezas e não estiver em algum tour.

O que fazer

De Cairns chega-se a uma das diversas ilhas de corais tomadas por resorts ou ao balneário de Port Douglas, outra região de fácil acesso aos recifes. Em Kuranda, você tem acesso, de gôndola, a um centro cultural aborígene. De volta à cidade, visite os coloridos mercados dominicais, a Praia de Four Mile ou o trem a vapor de Hooley. Algumas dezenas de quilômetros ao sul fica a Praia de Whitehaven, considerada por muitos a mais bonita do mundo, com areias imaculadamente brancas formando desenhos incríveis num mar azul que você nem sabia que exisitia.

Hotéis em Cairns

Para quem prioriza localização, a melhor ideia é ficar perto de locais como a Esplanade, a avenida a beira-mar, a Esplanade Lagoon, ou nas proximidades do Reef Fleet Terminal, o local de onde saem os passeios de barco. Nessa área você encontra hotéis como o Shagri-La, que tem vista para o mar, o Mantra Esplanade e o Pacif Hotel, que tem um bom custo-benefício.

Outras ruas que também são bem centrais e ótimas para quem prefere dar uma atenção especial à localização são a Abbot St, Lake St, Spencer St e Shields St e Aplin St, que têm restaurantes e lojas. Mais opções no CBD de Cairns são Double Tree, o Southern Cross, que tem apartamentos confortáveis, o Il Palazzo Boutique Apartments e o Gilligan’s, voltado para mochileiros.

Restaurantes em Cairns

Para quem gosta de comer bem, duas opções imperdíveis em Cairns são o Ochre e o Cest’bon. O Ochre é voltado para a cozinha australiana e nele você encontrará pratos exóticos, como carne de canguru e sanduíche de crocodilo que, diga-se de passagem, é sensacional! No C’est Bon, o foco é a culinária francesa, e além de um bom atendimento, no menu você encontrará alguns clássicos da cozinha francesa e, ainda, boas carnes e peixes.

Algo que você deve fazer em Cairns é tomar um sorvete! Como faz muito calor, um sorvetinho cai bem a qualquer hora do dia. Uma opção muito popular é a Devine Gelato, onde você poderá tomar um sorvete de chocolate Lindt. Uma outra alternativa não tão conhecida e super legal é a Vanilla Gelateria, que tem um sorvete de blood orange muito bom e alguns pufes que podem ser colocados no gramado em frente ao lugar. Excelente para curtir um dia de sol!

Em alguma de suas noites em Cairns, passe no Night Market, um mercado que tem comidas e várias lembranças de viagem. Nele, você poderá comer um doce chinês (a cultura chinesa é muito difundida na Austrália) ou tomar um bubble tea, um chá popular na ásia que vem com pérolas de tapioca.

Bares e vida noturna

Quem quer fazer alguma coisa durante a noite, precisa saber, antes de tudo, que a vida noturna na Austrália começa cedo quando comparada aos hábitos no Brasil. A noite começa logo depois do horário de trabalho, lá pelas 18h, 19h – nesse horário já há gente nas boates. Outro ponto a ter em mente é que, assim como tudo na Austrália, beber é caro. Espere pagar entre 8-10 dólares por uma cerveja em um bar. 

Para quem gosta de jogar ou quer conhecer um dos points de Cairns, uma visita ao The Reef Hotel Casino é essencial. Nele você pode apostar suas fichas, tomar uma bebida e, quem sabe, voltar para casa com um dinheiro a mais no bolso. Para fazer um jantar diferente, que alia diversão e cultura, uma opção turística é o jantar do Tjapukai Aboriginal Cultural Park, um local dedicado à cultura aborígene e onde você poderá conhecer melhor sobre os hábitos e danças do povo que habitava a Austrália antes da chegada dos europeus. 

Não saia de Cairns sem visitar o Night Market, que é um mercado noturno onde você poderá encontrar de tudo um pouco. O lugar é uma boa oportunidade para tomar um bubble tea (chá popular na Ásia) e para comprar lembranças de viagens.