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Oportunidades de intercâmbio para quem tem mais de 30 anos

Oportunidades de intercâmbio para quem tem mais de 30 anos

MARIA MARTINS, PROFESSORA DE ENSINO MÉDIO E FUNDAMENTAL, TEM 47 ANOS E UMA BAGAGEM DE SETE INTERCÂMBIOS: O PRIMEIRO, ELA FEZ AOS 39

O estereótipo de que o intercâmbio é uma viagem exclusiva para jovens está perdendo a força. Uma quantidade cada vez maior de pessoas acima dos 30 anos tem se permitido realizar o sonho de estudar fora.

Maria Martins, professora de ensino médio e fundamental, tem 47 anos e uma bagagem de oito intercâmbios: o primeiro, ela fez aos 39. “A primeira viagem foi para Canadá. Não tinha o dinheiro, mas fiz um financiamento bancário e digo que foi um dos melhores investimentos de minha vida. Ter estudado fora me ajudou a ser uma pessoa mais tolerante às diferenças e a passar essa experiência para os meus alunos, isso de encarar os medos e desafios”, diz Martins.

De acordo com a pesquisa “Mercado de Educação Internacional e Intercâmbio do Brasil”, divulgada em 2013 pela Belta (sigla em inglês para Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais), estudantes de 18 a 51 anos representam 72,8% dos clientes de agências de intercâmbio, e adolescentes de até 17 anos ficam com 20% do mercado.

intecâmbio 30 anos

Ao contrário dos jovens, que buscam intercâmbio como forma de ingressar no mercado de trabalho, os profissionais com mais de 30 anos estão preocupados em fazer uma atualização profissional (curso de especialização, MBA, pós-graduação, mestrado ou doutorado) ou adquirir qualificação em uma segunda ou terceira línguas.

Se compararmos os dados das duas últimas pesquisas divulgadas pela Belta, de 2013 e 2011, vemos o crescimento no número de agências de intercâmbio oferecendo programas de pós-graduação e cursos de especialização para brasileiros no exterior.

Em 2012, 42% a mais de agências atuaram com cursos de pós-graduação. No mesmo ano, houve um aumento de 110% de ofertas de cursos de especialização. Foi de olho nas oportunidades que o aperfeiçoamento do idioma estrangeiro traria para sua carreira que Maria Martins realizou cursos de inglês na África do Sul, Austrália, Canadá, Inglaterra e Nova Zelândia, e de espanhol no Chile, Peru e Uruguai.

“Andar de ônibus, assistir ao noticiário, ler jornais, revistas, manter contato na rede social com pessoas de outros países, ir ao cinema, fazer passeios sem esperar guia que fale português, ir às compras sem companhia e caminhar pela cidade são formas de potencializar o aprendizado no exterior”, diz Martins, antes de concluir: “Nenhum país é melhor ou pior, é só diferente”.

 

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fonte: belta.org.br

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