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Visto De Turista ou de Estudante?

Visto De Turista ou de Estudante?


Tenho visto recorrentemente várias pessoas em dúvida sobre qual o visto ideal para vir para a Austrália, para aqueles que ainda não podem aplicar para um visto mais definitivo ou um visto de trabalho, o de estudante ou o de turista? E qual a resposta certa? DEPENDE…
Vamos começar pelo começo, ou seja, 3 premissas que temos que considerar:
1 – quem analisa os vistos SABE exatamente com quem está lidando, portanto não podemos achar que a situação econômica e política no Brasil não são levadas em consideração pelo Departamento de Imigração.

2 – um visto tem influência no visto seguinte e nos subsequentes, portanto não adianta “dizer meias verdades”, ou achar que consegue corrigir grandes discrepâncias pois em algum momento você pode ser penalizado por uma má decisão no início.
3 – existe uma absurda quantidade de informações on-line disponíveis sobre viver, turistar e estudar na Austrália e justificar que veio com uma intenção e depois descobriu outra realidade, pode esbarrar na descrença do agente que analisa seu visto, sobre sua real intenção.

Partindo destas premissas eu vos pergunto:
Qual sua ideia de verdade? Se for realmente estudar, venha com o visto de ESTUDANTE. Será muito mais honesto de sua parte, manifestar claramente este desejo e responder as perguntas e requerimentos aos quais já estamos acostumados. As exigências e comprovações para os que fazem ou solicitam o visto de estudante estando na Austrália são menores? A resposta é NÃO! E muitas vezes são requerimentos muito mais profundos. Tive um exemplo que acompanhei (não era nosso aluno mas me procurou em desespero) de um aluno que recebeu além dos questionamentos habituais de comprovações financeiras, vínculos com o Brasil, histórico profissional e de saúde, outras coisas como “você tem amigos na Austrália?”, “você trabalhou durante seu período como turista na Austrália?”, “como você se manteve na Austrália durante seu período sob o visto de turista?” e finalmente “você consegue comprovar sua manutenção na Austrália com extratos bancários, cartões de crédito ou transferências internacionais durante seu período como turista?”.

Mas vamos com calma… existem muitas exceções e vou citar dois casos que acompanhei. O primeiro foi de um aluno que queria fazer um Master na sua área e pela especificidade do curso, este era oferecido apenas por uma das TOP 8 Universities no País. O investimento era de AUD 100 mil dólares apenas pelos 2 anos do curso, fora as despesas de moradia, alimentação, transporte, comunicação, saúde e lazer (falando apenas do básico), num curso onde ele provavelmente não poderia desfrutar do benefício do trabalho pois tratava-se de um curso onde nem a dedicação integral garantia passar em todas as matérias. Isto dito, ele teria que fazer um esforço financeiro enorme para custear este projeto e na proposição do seu visto de turista, ele enfatizou todos estes pontos. Que estaria vindo para a Australia por um período de 1 a 3 meses onde a intenção seria “verificar” in-loco se o seu esforço financeiro seria recompensado pela qualidade da instituição, pelo estilo de vida, pela percepção local sobre o curso e seus alunos e muitas outras questões que pareceram perfeitamente aceitáveis e desta forma o seu visto foi aprovado. Uma segunda situação foi a de uma outra aluna que decidiu vir para a Austrália como turista, para ajudar a irmã, que estava sendo mãe por aqui. Ela explicou no seu pedido de visto de estudante que, como já estava passando por um período de ausência do Pais para apoiar um familiar, ela iria avaliar se existiria um curso por aqui que a ajudasse em seu retorno, já que ela também estava fazendo um esforço (apesar de que era com o apoio da irmã) neste momento. E estejam certos que existem milhares de outros motivos.

Se você quer vir como turista, trabalhar por aqui para pagar seu visto de estudante, minha sugestão é que NÃO O FAÇA. Porque? Pois os relatos sobre o sucesso deste projeto, tem AINDA (e não por muito tempo) abafado as solicitações que não dão certo. Uma solicitação não dar certo, é só parte da história pois como estamos em busca de sair do País ou correr riscos em busca de algo melhor, ter um visto negado não parece tão ruim, não é verdade? Seria se a história acabasse aí. Muitos casos acabam com a deportação sem o direito nem de passar onde você estava acomodado para pegar seus pertences. O trabalho ilegal na Australia, também traz consequências muito ruins. Em caso de acidente, não há cobertura e a conta do hospital vai chegar. Os seus conterrâneos que estão trabalhando legalmente serão afetados pois esta oferta mais “atraente” ao empregador disposto a cometer e ILEGALIDADE junto com o empregado, vai passar a tratar os demais funcionários da mesma maneira. E o que fazer se a ideia é sair mesmo do Pais? Se programe, faça mais esforços e junte o que você precisa de dinheiro e documentos para um processo seguro num programa que te garanta resultados. Depois das mudanças na aplicação dos vistos em julho de 2016, muitas pessoas e empresas tem propagado que este é um bom caminho e uma boa alternativa para os que não conseguem esperar reunir no Brasil, os documentos e condições ideais.

Não se esqueça: seu amigo de verdade não é o que vai te dizer tudo o que você quer ouvir. Mais do que isto. Você só vai entender a enrascada que se meteu, quando o problema já for praticamente irreversível.
Procure alguém que pare para lhe ouvir e verdadeiramente te diga o que é necessário para um programa de sucesso, faça e entenda que o resultado depende muito mais do SEU ESFORÇO, do que de qualquer tentativa de seguir pelos “atalhos”. Os “atalhos” na Austrália, parecem boa solução, mas no médio prazo se mostram um labirinto de onde sair é praticamente impossível.

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Fonte:  Eduardo Temporal

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